Família

Sou pai da Bárbara, nascida em maio/2008, a minha princesa do coração, o maior presente que Deus entregou em minhas mãos.  "Obrigado Senhor..."

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Cuido e oriento minha família com valores cristãos, morais e éticos.
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Em busca de formar minha nova família conforme os preceitos bíblicos, o Senhor colocou no meu caminho a mulher mais maravilhosa e surpreendente que já conheci em minha vida, extremamente linda, com um sorriso espetacular tão belo quanto a natureza, com uma inteligência acima da média, um verdadeiro exemplo de mulher, mãe, filha e serva de Deus.
Diante disto só posso dizer duas coisas:
primeiro obrigado Deus, por colocar você meu amor, na minha vida e no meu caminho e segundo pra vc meu amor, te dizer que eu te amo muito e que vc é a mulher da minha vida.







Com a graça de Deus, esses momentos ímpares que insistem em voar quando estamos juntos, me faz muito feliz e realizado, e me faz ver a beleza no simples, a música tocada pelo canto dos pássaros, o perfume maravilhoso da natureza, o reflexo no espelho das águas, que me faz entender que dentre todos os Poemas ele selecionou o maior e mais espetacular de todos Poemas para mim. "Te Amo".


“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
.Salmos 127: 1 e 2

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Família
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De forma oculta, com cuidado e utilizando das infinitas possibilidades que os meios de comunicação oferecem, os inimigos das estruturas tradicionais de convivência estão esfregando as mãos diante da bagunça que suas ações contra a família estão provocando.
A questão vem de longa data, mas nestes últimos anos - e na Espanha, principalmente- deu passos de gigante.
Boa parte daqueles que dominam o âmbito das ideias (escritores, filósofos, políticos, jornalistas) parece que se deram as mãos para arrastar para o penhasco a família, que é a escola básica do amor e núcleo fundamental para o desenvolvimento do ser humano.
Querem acreditar que, com o desaparecimento da família (por mais que se esforcem em continuar usando o termo “família”, aliando-o a adjetivos com os quais é impossível combinar) conseguiriam a instalação de uma Arcádia feliz (NE: “um mundo novo”) onde a liberdade do homem não conhece limites nem amarras (nem entre pais e filhos), longe de todo critério ético e moral. É então que se abre a porta da casuística do possível, desde o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo à filhos escolhidos em um cardápio de opções, passando por mais tipos de uniões antinaturais que um Maquiavel poderia imaginar.

Faz tempo que a maioria da sociedade se deixou convencer de que o divórcio é uma necessidade generalizada e não uma exceção para solucionar algumas situações afetivas. Fala-se do direito de se ter uma nova vida, do direito a uma segunda, terceira..., ou sexta oportunidade. Mas em nenhum lugar consta que a lei tenha colaborado em algo para a felicidade do homem e da mulher. Além disso, a dor infligida a uns e outras e, sobretudo aos filhos, não conhece comparação. O divórcio transformou o amor num artigo de troca, num capricho com mais conotações sexuais que afetivas, aumentando ainda mais a dor que a falta de entendimento provoca entre aqueles que um dia decidiram compartilhar tudo.
Mais grave ainda é a destruição provocada pelo aborto. O que se legislou como exceção à lei, há vinte anos se proclama como sendo um direito do adulto sobre a vida que nasce.
Os números mostram: boa parte da sociedade perdeu, inclusive, o respeito aos fracos e nem sequer se importa quando alguém se atreve a demonstrar que nosso país é o reino do infanticídio (o autor refere-se à Espanha, onde leis que liberam o aborto foram aprovadas. N.E.). Querem que o aborto seja algo deixado para a consciência individual, como se a manipulação do começo da vida fosse igual a um vestido que se pode usar e descartar. Se um cientista é capaz de destruir um embrião, dizem, por que colocar limites?
Mas o mais perverso deste panorama é que aqueles que dominam o âmbito das ideias conseguiram convencer as plateias de que o que acabo de expor não são mais do que triunfos da razão, êxitos do estado de direito, passos de gigante para a humanidade. Por isso, para essas pessoas, nós, que acreditamos na natureza do amor humano, que se fundamenta na liberdade de escolha para o compromisso, no empenho de levar adiante o projeto comum de uma família unida, alheia a todos estes bizarros conceitos, somos relegados ao museu dos horrores. E nos apresentam uma ou outra vez em seus canais de propaganda, dizendo que vivemos presos ao passado, que desprezamos o progresso, que pertencemos a um mundo morto... Quando é esse nosso o único mundo voltado para o amor mais desinteressado ao qual o homem pode aspirar, aquele que se gera e se mantém na família, uma família que não necessita de nenhum adjetivo, porque no próprio substantivo se reconhecem todas suas propriedades: a estabilidade da fidelidade a um projeto comum no qual os fracos tem toda a nossa proteção e que sobrevive através das gerações, de pais e filhos, sem solução de continuidade.
Miguel Aranuren
Publicado na revista TELVA em 04/08/2008.

(Miguel Aranuren é um escritor espanhol, articulista de diversos jornais e revistas (Seleções Reader’s Digest, jornal El Mundo, Revista Telva e outros). Dirige na Espanha o projeto Excelencia Literaria (www.excelencialiteraria.com), que busca e promove novos talentos literários. Também atua em diversas ONGs de desenvolvimento no Terceiro Mundo, ministra cursos de cooperação internacional em várias instituições e universidades.)


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